| Um homem tinha três namoradas e não sabia com qual delas deveria se casar. Resolveu, então, fazer um teste para ver qual estava mais apta a ser sua mulher. Tirou R$ 15 mil do banco, deu R$ 5 mil para cada uma e disse: - Gastem com o que quiserem. A primeira foi ao shopping, comprou roupas, jóias, foi ao cabeleireiro,salão de beleza, etc.. Voltou para o homem e disse: - Gastei todo o seu dinheiro assim para ficar mais bonita para você, para lhe agradar.Tudo isso porque amo você. A segunda foi ao mesmo shopping, comprou roupas para ele, um CD player,uma televisão tela plana, dois pares de tênis para jogar basquete, tacos de golfe e filmes pornô. Voltou para o homem e disse: - Gastei todo o seu dinheiro assim para lhe fazer mais feliz, lhe agradar.Tudo isso porque amo você. A terceira pegou o dinheiro e aplicou em ações. Em três dias duplicou o investido, retornou os R$ 5 mil para o homem e disse: - Apliquei o seu dinheiro e ganhei o meu. Agora posso fazer o que quiser com o meu dinheiro. Tudo isso porque eu amo você. Então o homem pensou, Pensou... Pensou.. Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou.. Pensou... Pensou... Pensou... (homens demoram para pensar...) Pensou.... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou.. Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou....Eles são adoraveis pensando....... Mais são lentos demais.... Pensou... Pensou.. Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou. Pensou.... Pensou.. Pensou... Pensou.... Pensou.... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou... Pensou.. Pensou... Pensou... E escolheu aquela que tinha a bunda maior! Homem é tudo igual mesmo!!! |
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Q.I. MASCULINO.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
DEPOIMENTO DE UM DEPILADO. Final.
Peguei meu gel pós-barba com camomila 'que acalma a pele', enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei no bidê na posição de 'lava xereca' e deixei o chuveirinho acalmar os 'doutores . Peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10°round. Olhei para meu pinto. Ele tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia irmão gêmeo de meu umbigo. Nesse momento minha esposa bateu na porta do banheiro e perguntou se eu estava passando bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual uma gralha. Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer. 'Pela espessura da pele do meu saco, aqui não nasce nem penugem, meus ovos vão ficar que nem os das codornas', respondi.Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada e se ficar rindo vai entrar na PORRADA!! Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana. No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo. Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície. Resta dizer: certas coisas tem de ser feitas somente pelas mulheres. Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino. Atenciosamente, O Depilado |
domingo, 9 de outubro de 2011
DEPOIMENTO DE UM DEPILADO. Primeira parte.
Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário
em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é
segunda-fe
ira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com
minhas 'partes'.
Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia: Por que não depilamos
seus ovinhos, assim eu poderia fazer 'outras coisas' com eles.
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei
imaginando o que seriam 'outra coisas'. Respondi que não, que doeria coisa e
tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu
imaginando as 'outras coisas' não tive mais como negar.
Concordei.
Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos
necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente
estava vagando pelas novas sensações, que só acordei quando escutei o
beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de
plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar
de 'dona da situação' que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se
como residente.
Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo. Pediu para que eu
ficasse numa posição de quase-frango- assado e liberasse o aceso a zona do
agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e
começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! !
O Sr. Pinto já estava todo 'pimpão' como quem diz: 'sou o próximo da
fila'!!
Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as 'outras coisas' que viriam
Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no
plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viagem.
Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer:
Na Thailândia, na China ou pela Internet mesmo.
Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um
puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um
sonoro PUUUUTA QUEEEE O PARIUUUUUUU quase falado letra por letra. Olhei para
o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado. Ela
disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava passar de novo.
Respondi prontamente:
Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!!
Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem
segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro.
Sentia o coração bater nos ovos.
Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água gelada escorrer pelo meu
corpo. Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um
bebezinho novo: faz merda atrás de merda.
Continua...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Doutorado em estratégia fraudulenta.
Zezão parou o caminhão na frente
da loja do turco Kaled e falou:
- Seu Kaled, tem aqui um caminhão
- Seu Kaled, tem aqui um caminhão
de arroz sem nota pela metade do preço,
o senhor aceita?
- Claro que Kaled aceita - e vira-se para
o senhor aceita?
- Claro que Kaled aceita - e vira-se para
o filho - Kaledinho, vai bra
esquina e se abarecer fiscal vem corendo
esquina e se abarecer fiscal vem corendo
avisar babai.
Começam a descarregar e, no meio,
Começam a descarregar e, no meio,
aparece Kaledinho:
- Babai!... Fiscal vem vindo.
- Bára tudo e volta caregar - grita Kaled.
Chega o fiscal:
- Venda grande não é seu Kaled?
- Ôh ôh, melhor venda do ano que Kaled
- Babai!... Fiscal vem vindo.
- Bára tudo e volta caregar - grita Kaled.
Chega o fiscal:
- Venda grande não é seu Kaled?
- Ôh ôh, melhor venda do ano que Kaled
feiz...
- E isso aí tem nota?
- Ainda num tem nota borquê Kaled está
- E isso aí tem nota?
- Ainda num tem nota borquê Kaled está
esberando carega bra ver quanto
mercadoria cabe na caminhon... daí,
mercadoria cabe na caminhon... daí,
Kaled tira nota.
- Não pode! diz o fiscal. A nota fiscal tem
- Não pode! diz o fiscal. A nota fiscal tem
de ser emitida antes de
carregar!
- Ah!.... Antão bára tudo, que Kaled non
carregar!
- Ah!.... Antão bára tudo, que Kaled non
qué brobrema com receita!...
Volta, volta, descarega tudo caminhón e
Volta, volta, descarega tudo caminhón e
guarda lá dentro do loja!...
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Dicas para prosperidade! Final.
No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica.
Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou.
O que teria acontecido com a família?
Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade.
Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade.
Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.
— Claro que sei. Você está olhando para ela — disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
—Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
—Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos.
—Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos.
Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos.
E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor do que antes.
Fim.
Enviada por e-mail.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Dica para a Prosperidade!! Parte I.
Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre.
Ao se aproximarem, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada.
Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.
Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos.
A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
— Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?
— O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento — disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também o transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
— Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.
— Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.
O discípulo não acreditou.
—Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!
—Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
— Vá lá e empurre a vaca no precipício.
— Vá lá e empurre a vaca no precipício.
Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo.
Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira.
Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
O que escrever em seu túmulo se você é...
AGRÔNOMO
Favor regar o solo com Neguvon. Evita vermes.ALCOÓLATRA
Enfim, sóbrio.
ARQUEÓLOGO
Enfim, fóssil.
ASSISTENTE SOCIAL
Alguém aí, me ajude!
BROTHER
Fui.
CARTUNISTA
Partiu sem deixar traços.
CONTADOREssas contas me matam
DELEGADO
Tá olhando o quê? Circulando, circulando...
ECOLOGISTA
Entrei em extinção.ENÓLOGOCadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma Formol e after tasting que denota presença de Microorganismos diversos.
FUNCIONÁRIO PÚBLICO
É no túmulo ao lado.GARANHÃO
Rígido, como sempre.GAY
Virei purpurina.HERÓI
Corri para o lado errado.HIPOCONDRÍACO
Eu não disse que estava doente?!?!
HUMORISTA
Isto não tem a menor graça.
JANGADEIRO DIABÉTICO
Foi doce morrer no mar.
JUDEU
O que vocês estão fazendo aqui? Quem está tomando Conta do lojinha?PESSIMISTA
Aposto que está fazendo o maior frio no inferno.PSICANALISTA
A eternidade não passa de um complexo de superioridade mal resolvido.SANITARISTA
Sujou!!!SEX SYMBOL
Agora, só a terra vai comer.VICIADO
Enfim, pó!E O MELHOR!! NÃO PODIA FALTAR NEH?ADVOGADO
Disseram que morri... Mas vou recorrer!
domingo, 2 de outubro de 2011
MÉDICO FOFOQUEIRO.
O mineirim Zé caipira lá di Berlandia entrou no consultório
e meio sem jeito foi falando:
- Dotô, o trem não sobe mais. Já tomei de tudo quanto há de pranta, mas não sobe mais mêsm.
- Ah não, meu amigo Zé. Vou te passar um medicamento que vai deixar você novo em folha. São cinquenta comprimidos, um por dia.
- Mas dotô, eu sou um homi simples da roça. Só sei contar té dez nos dedo e mais nada uai..
- Então você vai numa papelaria, compra um caderno de cinquenta folhas. Cada folha que você arrancar por dia tome um comprimido. Quando o caderno acabar você já vai estar curado. A receita está aqui.
- Brigado dotô. Vou agora mesmo comprar essi tar di caderno.
E logo que saiu do prédio o Zé Caipira avistou de fato uma papelaria ali perto. Entrou, a moça veio atender.
- Moça, eu precisava de um caderno de cinquenta fôia.
- Brochura?..... perguntou a moça
- Médiquim fí da puta....... Já telefonô pra espaiá meu pobrema!
e meio sem jeito foi falando:
- Dotô, o trem não sobe mais. Já tomei de tudo quanto há de pranta, mas não sobe mais mêsm.
- Ah não, meu amigo Zé. Vou te passar um medicamento que vai deixar você novo em folha. São cinquenta comprimidos, um por dia.
- Mas dotô, eu sou um homi simples da roça. Só sei contar té dez nos dedo e mais nada uai..
- Então você vai numa papelaria, compra um caderno de cinquenta folhas. Cada folha que você arrancar por dia tome um comprimido. Quando o caderno acabar você já vai estar curado. A receita está aqui.
- Brigado dotô. Vou agora mesmo comprar essi tar di caderno.
E logo que saiu do prédio o Zé Caipira avistou de fato uma papelaria ali perto. Entrou, a moça veio atender.
- Moça, eu precisava de um caderno de cinquenta fôia.
- Brochura?..... perguntou a moça
- Médiquim fí da puta....... Já telefonô pra espaiá meu pobrema!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
O Bêbado culto...
|
Um advogado, politico, que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar oudiscutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar oudiscutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?
O candidato responde:
- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico,bêbado ou mamado (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando (hic), seus pertences,coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à puta que o pariu!
Mexe com quem tá quieto!!!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Pode ser, ou tá difícil?
Um fazendeiro ia indo a pé para sua fazenda em Conceição da Barra do Rio das Mortes, MG.
No caminho, comprou um balde, um galão de tinta, dois frangos e um ganso, todos vivos.
Quando saiu da loja, parou e ficou matutando sobre como levar as compras para casa.Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma mulher que lhe perguntou como chegar até o Sítio da Andorinha.
- Bem, diz o fazendeiro, minha fazenda fica perto desse sítio. Eu podia te levá até lá, mas ainda não resolvi como vou carregá isto tudo aqui.
A mulher sugeriu:
- Cê coloca o galão de tinta dentro do barde, carrega o barde numa mão, o ganso na outra mão e um frango debaixo de cada braço.
- Muito obrigado! - disse o homem - É uma boa idéia.
A seguir, partiram os dois pela estrada.
No caminho, ele disse:
- Vamo cortá caminho e pegá este ataio pelo mato, que vamo economizá muito tempo.
A mulher o olhou cautelosamente e disse:
- Eu tô sozinha e não tenho como me defendê. Como vô sabê se quando a gente entrá no mato ocê não vai avançá em cima de mim e levantá minha saia e abusá de mim?
- Eu tô carregano um barde, um galão de tinta, dois frango e um ganso... Como eu ia fazê isso concê com tanta coisa nas mão? Se eu sortá o ganso e os frango, eles foge tudo!
- Muito simples, uai: Cê coloca o ganso no chão, pôe o barde invirtido em cima dele, coloca o galão de tinta prá pesá em cima do barde. Os dois frango pode dexá que eu seguro!
No caminho, comprou um balde, um galão de tinta, dois frangos e um ganso, todos vivos.
Quando saiu da loja, parou e ficou matutando sobre como levar as compras para casa.Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma mulher que lhe perguntou como chegar até o Sítio da Andorinha.
- Bem, diz o fazendeiro, minha fazenda fica perto desse sítio. Eu podia te levá até lá, mas ainda não resolvi como vou carregá isto tudo aqui.
A mulher sugeriu:
- Cê coloca o galão de tinta dentro do barde, carrega o barde numa mão, o ganso na outra mão e um frango debaixo de cada braço.
- Muito obrigado! - disse o homem - É uma boa idéia.
A seguir, partiram os dois pela estrada.
No caminho, ele disse:
- Vamo cortá caminho e pegá este ataio pelo mato, que vamo economizá muito tempo.
A mulher o olhou cautelosamente e disse:
- Eu tô sozinha e não tenho como me defendê. Como vô sabê se quando a gente entrá no mato ocê não vai avançá em cima de mim e levantá minha saia e abusá de mim?
- Eu tô carregano um barde, um galão de tinta, dois frango e um ganso... Como eu ia fazê isso concê com tanta coisa nas mão? Se eu sortá o ganso e os frango, eles foge tudo!
- Muito simples, uai: Cê coloca o ganso no chão, pôe o barde invirtido em cima dele, coloca o galão de tinta prá pesá em cima do barde. Os dois frango pode dexá que eu seguro!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
TRISTE FUNERAL.
Saindo do supermercado, uma mulher se depara com um estranho funeral...
Achou aquilo muito estranho e parou para olhar.
Primeiro vinha um caixão preto.
Depois, um segundo caixão preto.
Em seguida, uma mulher sozinha levando um dobermann na coleira.
Finalmente, atrás dela, uma longa, muito longa fila indiana só de mulheres.
Não contendo a curiosidade, ela se aproxima delicadamente da mulher com o cachorro, e diz baixinho:
Primeiro vinha um caixão preto.
Depois, um segundo caixão preto.
Em seguida, uma mulher sozinha levando um dobermann na coleira.
Finalmente, atrás dela, uma longa, muito longa fila indiana só de mulheres.
Não contendo a curiosidade, ela se aproxima delicadamente da mulher com o cachorro, e diz baixinho:
- Meus sentimentos por sua perda... Eu sei que o momento não é apropriado, mas eu
nunca vi um enterro assim! A senhora poderia me dizer quem faleceu?
- Bem... No primeiro caixão está o meu esposo.
- Puxa! Sinto muitíssimo! O que aconteceu com ele?
- Meu cachorro... Ele o atacou...
- Nossa, que tragédia! E o segundo caixão?
- Está minha sogra... Ela tentou salvar o filho...
- Bem... No primeiro caixão está o meu esposo.
- Puxa! Sinto muitíssimo! O que aconteceu com ele?
- Meu cachorro... Ele o atacou...
- Nossa, que tragédia! E o segundo caixão?
- Está minha sogra... Ela tentou salvar o filho...
Fez-se um silêncio consternado.
As duas olham-se nos olhos...
As duas olham-se nos olhos...
- Me empresta o cachorro?
- Entra na fila.
- Entra na fila.
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